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24/02/2017

Receita Líquida da IRANI encerra 2016 com alta de 2,4% e atinge R$ 776,8 milhões

Porto Alegre, 24 de fevereiro de 2017 – A Celulose Irani, uma das principais indústrias brasileiras dos segmentos de Papel para Embalagens e Embalagem de Papelão Ondulado, encerrou 2016 com crescimento de 2,4% da receita líquida, atingindo R$ 776,8 milhões. O resultado reflete a performance da receita no mercado externo, cuja representatividade chegou a 18% das vendas da Companhia no final de 2016, frente a 82% no mercado doméstico. Já no 4T16 a receita líquida ficou estável quando comparada ao 4T15 e ao 3T16.

Responsável por 62% das receitas líquidas do ano, o segmento Embalagem de Papelão Ondulado teve redução de 9,0% no volume de vendas quando comparado a 2015, e totalizou 180,5 mil toneladas em 2016. Em um cenário de retração de consumo local, a Associação Brasileira de Papelão Ondulado (ABPO) também registrou no ano queda de 2,3% na expedição, em toneladas, de papelão ondulado em relação a 2015. Já o segmento de Papel para Embalagens da IRANI, que representa 30% da receita líquida do ano, aumentou 14,6% e atingiu 88,8 mil toneladas no acumulado de 2016, enquanto o segmento de Resinas (8% da receita líquida) teve alta de 27,5% e alcançou 12,2 mil toneladas.

O lucro bruto do 4T16 apresentou crescimento de 20,7% em comparação ao 4T15 e 4,1% quando comparado ao 3T16. Em relação a 2015 houve redução de 5,0%, chegando a R$ 210,8 milhões.

O resultado líquido foi negativo em R$ 5,0 milhões no 4T16, em comparação a R$ 16,8 milhões negativos no 4T15 e R$ 6,9 milhões negativos no 3T16. Em 2016, o resultado foi negativo em R$ 10,8 milhões, frente a R$ 495 mil de lucro em 2015. O desempenho no ano foi impactado pelo aumento dos custos de matérias primas, em especial das aparas de papelão ondulado, e ainda da despesa financeira reconhecida ano resultado no período.

O EBITDA ajustado no 4T16 foi apurado em R$ 19,4 milhões, com margem de 10,0%. Em 2016, totalizou R$ 175,3 milhões, uma redução de 3,3% em relação a 2015, e com margem de 22,6%, inferior em 1,3 pontos percentuais na comparação com o último ano.

O indicador dívida líquida/EBITDA foi de 4,10 vezes em dezembro de 2016, contra 4,29 vezes no final de 2015. A variação foi influenciada principalmente pela redução da cotação do dólar, que refletiu na diminuição da dívida líquida. Excluindo da dívida líquida a variação cambial registrada como hedge accounting, a relação dívida líquida/EBITDA seria de 3,40 vezes. A posição de caixa ao fim do ano de 2016 foi de R$ 198,1 milhões e 68% da dívida está a longo prazo.

Em 2016, a IRANI manteve a estratégia de modernização e automação de seus processos produtivos, com um total de investimentos de R$ 62.796 mil, direcionados basicamente para manutenção e melhorias das máquinas e equipamentos, melhoria das estruturas físicas da Companhia e reflorestamento. O principal destaque foi a implantação do software KIWIPLAN nas Unidades de Embalagem de Papelão Ondulado.

 

Sobre a Celulose Irani - Fundada em 1941 e controlada desde 1994 pelo Grupo Habitasul, tradicional Grupo Empresarial da Região Sul do País, a Celulose Irani é hoje uma das líderes do setor de Embalagens de Papelão Ondulado no Brasil, além de ser referência no setor de Papel para Embalagens (rígidas e flexíveis).

Com produção integrada, florestas próprias, energia autogerada e máquinas e equipamentos constantemente atualizados, a IRANI produz papéis para embalagens, chapas e embalagens de papelão ondulado, resinas de pinus, breu e terebintina, assegurando o fornecimento de produtos de matéria-prima renovável com alta qualidade e competitividade.

A Celulose Irani possui seis unidades de negócios: Papel para Embalagens – Vargem Bonita (SC) e Santa Luzia (MG), Embalagem PO – Vargem Bonita (SC), Indaiatuba e São Paulo (SP) e Resinas – Balneário Pinhal (RS), além de florestas em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e escritórios em Porto Alegre (RS) e Joaçaba (SC). Empresas controladas pela IRANI: Habitasul Florestal S.A., HGE – Geração de Energia Sustentável S.A. e Irani Geração de Energia Sustentável Ltda (que estão em fase de avaliação de projetos eólicos para implementação) em Porto Alegre (RS) e Iraflor Comércio de Madeiras Ltda em Vargem Bonita (SC).

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