Irani

Carbono Neutro

A Celulose Irani é considerada Carbono Neutro por retirar mais dióxido de carbono da atmosfera do que emite.

Conheça algumas das nossas ações para minimizar os efeitos do aquecimento global. 


Imagem do case Inventário de GEE

O Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), além de orientar ações de redução de impactos ambientais, procura identificar oportunidades de novos projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), aumenta a transparência em sustentabilidade ambiental da IRANI; fortalece a confiança dos investidores; auxilia na identificação de riscos e facilita o plano de gestão ambiental da Empresa.

 Acesse abaixo, os documentos relativos aos Inventários de GEE realizados pela IRANI.

» 2010

Inventário de GEE 2010
Sumário Executivo Inventário de GEE - 2010

Certificado Carbono Neutro 2010 

» 2009

Sumário Executivo Inventário de GEE - 2009
Relatório de Inventário de GEE - 2009
Certificado do Inventário de GEE - 2009

» 2008

Sumário Executivo Inventário de GEE - 2008 
Relatório de Inventário de GEE - 2008
Certificado BRTÜV de Neutralização de GEE - 2008

» 2007

Sumário Executivo Inventário de GEE - 2007
Relatório do Inventário de GEE - 2007
Certificado Inventário de GEE - 2007

» 2006

Relatório do Inventário de GEE - 2006
Certificado BRTÜV de Neutralização de GEE - 2006

Imagem do case Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL)

A Celulose Irani S.A. foi a primeira empresa brasileira do setor de papel e celulose e a segunda no mundo a ter créditos de carbono emitidos pelo Protocolo de Kyoto.

Foi também, a primeira empresa da América Latina a ter um projeto de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) de tratamento de efluentes industriais a ser registrado na ONU.

O MDL da Estação de Tratamento de Efluentes tornou-se o primeiro do mundo a ser totalmente aeróbico.

Como forma para contribuir com ações e projetos consistentes para amenizar a problemática do aquecimento global e reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE), a Celulose Irani S.A. mantém os projetos da Usina de Co-geração e da Estação de Tratamento de Efluentes, ambos considerados projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) voltados à geração de créditos de carbono.

Imagem do case MDL da Estação de Tratamento de Efluentes

O MDL da Estação de Tratamento de Efluentes substitui a degradação anaeróbia (sem oxigênio) pela degradação aeróbia (com oxigênio) da matéria orgânica, evitando assim, a emissão de metano, gás de efeito estufa (GEE) que provoca o aquecimento global.

A iniciativa abrange a modernização do sistema de tratamento, envolvendo um sistema aeróbio chamado tratamento secundário por meio de lodo ativado com aeração prolongada. Esse processo evita que o lodo fique depositado no fundo das lagoas e gere o gás metano.

O projeto tornou a IRANI a primeira empresa da América Latina a registrar na ONU um Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) de tratamento de efluentes industriais.

Aprovado pelo Conselho Executivo do MDL em janeiro de 2008, o mecanismo tornou-se também, o primeiro no mundo a ser totalmente aeróbio.

O projeto de MDL da Estação de Tratamento de Efluentes está intitulado Irani Wastewater Methane Avoidance Project e pode ser visualizado no site da ONU (http://cdm.unfccc.int/Projects/DB/DNV-CUK1194334826.24/view ), sob o registro 1410.

Imagem do case MDL Usina de Co-geração

O MDL da Usina de Co-geração proporciona a redução das emissões de gases do efeito estufa (GEE), como o metano e o dióxido de carbono. A redução dessas emissões é possível devido aos insumos usados para a queima de processo que provêm de resíduos de base florestal, a biomassa.

Com o MDL da Usina de Co-geração esses resíduos são reaproveitados e evitam o processo de decomposição em aterros que propicia emissões de gases causadores do efeito estufa.

O Mecanismo tornou a IRANI a primeira empresa brasileira do setor de papel e celulose, e a segunda no mundo a ter créditos de carbono emitidos pelo Protocolo de Kyoto.

O projeto está registrado na Organização das Nações Unidas (ONU) como ‘Irani Biomass Eletricity Generation Project’ e teve aprovação em 7 de julho de 2006. Esse projeto está disponível para consulta no site http://cdm.unfccc.int/Issuance/cers_iss.html  com o número 0404.

As metodologias usadas no projeto Usina de Co-geração são AMS.I.D e AMS.III.E, versão 7.A AMS.I.D consiste em geração de eletricidade renovável que substitui a energia fornecida pela concessionária estadual. A AMS.III.E consiste em evitar produção de metano pela utilização de combustão controlada de biomassa.

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