A Celulose Irani S.A. foi a primeira empresa brasileira do setor de papel e celulose e a segunda no mundo a ter créditos de carbono emitidos pelo Protocolo de Kyoto.
Foi também, a primeira empresa da América Latina a ter um projeto de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) de tratamento de efluentes industriais a ser registrado na ONU.
O MDL da Estação de Tratamento de Efluentes tornou-se o primeiro do mundo a ser totalmente aeróbico.
Como forma para contribuir com ações e projetos consistentes para amenizar a problemática do aquecimento global e reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE), a Celulose Irani S.A. mantém os projetos da Usina de Co-geração e da Estação de Tratamento de Efluentes, ambos considerados projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) voltados à geração de créditos de carbono.
O MDL da Estação de Tratamento de Efluentes substitui a degradação anaeróbia (sem oxigênio) pela degradação aeróbia (com oxigênio) da matéria orgânica, evitando assim, a emissão de metano, gás de efeito estufa (GEE) que provoca o aquecimento global.
A iniciativa abrange a modernização do sistema de tratamento, envolvendo um sistema aeróbio chamado tratamento secundário por meio de lodo ativado com aeração prolongada. Esse processo evita que o lodo fique depositado no fundo das lagoas e gere o gás metano.
O projeto tornou a IRANI a primeira empresa da América Latina a registrar na ONU um Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) de tratamento de efluentes industriais.
Aprovado pelo Conselho Executivo do MDL em janeiro de 2008, o mecanismo tornou-se também, o primeiro no mundo a ser totalmente aeróbio.
O projeto de MDL da Estação de Tratamento de Efluentes está intitulado Irani Wastewater Methane Avoidance Project e pode ser visualizado no site da ONU (http://cdm.unfccc.int/Projects/DB/DNV-CUK1194334826.24/view ), sob o registro 1410.
O MDL da Usina de Co-geração proporciona a redução das emissões de gases do efeito estufa (GEE), como o metano e o dióxido de carbono. A redução dessas emissões é possível devido aos insumos usados para a queima de processo que provêm de resíduos de base florestal, a biomassa.
Com o MDL da Usina de Co-geração esses resíduos são reaproveitados e evitam o processo de decomposição em aterros que propicia emissões de gases causadores do efeito estufa.
O Mecanismo tornou a IRANI a primeira empresa brasileira do setor de papel e celulose, e a segunda no mundo a ter créditos de carbono emitidos pelo Protocolo de Kyoto.
O projeto está registrado na Organização das Nações Unidas (ONU) como ‘Irani Biomass Eletricity Generation Project’ e teve aprovação em 7 de julho de 2006. Esse projeto está disponível para consulta no site http://cdm.unfccc.int/Issuance/cers_iss.html com o número 0404.
As metodologias usadas no projeto Usina de Co-geração são AMS.I.D e AMS.III.E, versão 7.A AMS.I.D consiste em geração de eletricidade renovável que substitui a energia fornecida pela concessionária estadual. A AMS.III.E consiste em evitar produção de metano pela utilização de combustão controlada de biomassa.