Irani

Cases de Sucesso

Nossos produtos e soluções são oferecidos para atender as necessidades dos clientes e para otimizar a nossa cadeia produtiva.

Conheça as nossas experiências que se transformaram em casos de sucesso.

  • Biblioteca Elida de Freitas

    Biblioteca Elida de Freitas
  • Crédito de Carbono

    Crédito de Carbono
  • Relatório de Sustentabilidade

    Relatório de Sustentabilidade
  • Inventário de Carbono

    Inventário de Carbono
  • Ampliação ETE

    Ampliação ETE
  • MDLTratamento de Efluentes

    MDLTratamento de Efluentes
  • Investimento Social

    Investimento Social
  • Logística Celulose Irani

    Logística Celulose Irani
  • Associação Broto do Galho

    Associação Broto do Galho
  • Caixa Retornável

    Caixa Retornável
  • Estudo de Materialidade

    Estudo de Materialidade

Necessidade

Fomentar o hábito da leitura nos colaboradores e facilitar a busca constante por conhecimento.

Solução

O Grupo Habitasul mantém em Porto Alegre e nas unidades de Vargem Bonita, a Biblioteca Elida de Freitas e Castro Druck. A Biblioteca de Porto Alegre foi inaugurada no dia 23 de abril de 2008. Com um acervo inicial de quatro mil livros, foi considerado o maior de uma biblioteca empresarial do Estado do Rio Grande do Sul.

No parque fabril de Vargem Bonita, a Biblioteca Elida de Freitas e Castro Druck é resultado de uma parceria com o SESI de Santa Catarina. Inaugurado no dia 27 de outubro de 2010, o projeto foi concretizado por meio do Programa Sesi – Indústria do Conhecimento e visa promover o acesso à informação e ao conhecimento para melhorar a qualidade de vida dos colaboradores da Empresa.

Homenagem a Elida de Freitas e Castro Druck a Biblioteca é destinada aos mais de três mil colaboradores que fazem parte do Grupo Habitasul nos estados de Santa Catarina, São Paulo e Rio Grande do Sul.

A professora, escritora e poetisa Elida de Freitas e Castro Druck, deixou seu nome na literatura riograndense escrevendo histórias para crianças, nas quais ostenta sua admirável sensibilidade humana, dando vida, movimento e musicalidade às palavras para melhor ensinar.

Acervos

Entre os livros disponíveis na Biblioteca há exemplares considerados raros ou publicações especiais, na maioria com dedicatórias dos escritores. Autores renomados como Mário Quintana, Érico Veríssimo, Manuel Bandeira, Monteiro Lobato, Lia Luft, Aluísio Azevedo, Vinícius de Moraes, José de Alencar, Chico Buarque, Daltro Trevisan, Cecília Meireles, Guimarães Rosa, Machado de Assis, Olavo Bilac, Millôr Fernandes, Castro Alves e Fernando Sabino, fazem parte do acervo da Biblioteca Elida de Freitas e Castro Druck.

Biblioteca Elida de Freitas e Castro Druck de Porto Alegre, localizada no Escritório Central

A Biblioteca Elida de Freitas e Castro Druck de Campina da Alegria conta com um centro multimídia com 12 computadores, um acervo com dois mil títulos incluindo livros acadêmicos e de literatura em geral, jornais, periódicos, CDs, DVDs e gibis, além das obras de domínio público disponíveis na internet. O laboratório de informática que a biblioteca coloca à disposição também é usado para oferecer cursos de Educação Continuada para os trabalhadores.

Resultado

Desde as suas inaugurações, as Bibliotecas vêm transformando a vida de muitos colaboradores.

Com o projeto Rumo à Perfeição (lema da Biblioteca) os trabalhadores do Grupo Habitasul, participam de ações como a Biblioteca Itinerante que percorre as unidades do Rio Grande do Sul, Contando Histórias (atividade destinada para filhos de colaboradores), concurso de frases, entre outras.

Em 2011, o projeto Rumo à Perfeição rendeu ao Grupo Habitasul os prêmios Top Ser Humano da Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio Grande do Sul e Top de Marketing 2011 da ADVB/RS.

Acesse o blog da Biblioteca Elida de Freitas e Castro Druck (http://bibliotecaelidadefreitasecastrodruck.blogspot.com/ ) e conheça mais sobre essa iniciativa do Grupo Habitasul.

Em 4 de setembro de 2006, a Celulose Irani S.A se tornou a primeira Empresa brasileira do setor de papel e celulose, e a segunda no mundo, a ter créditos de carbono emitidos pelo Protocolo de Kyoto.

Os certificados têm origem no projeto de Co-geração da Divisão Papel - SC. Com investimentos de R$22,5 milhões para implantação de uma caldeira de alta pressão a base de biomassa de base florestal renovável, a Empresa se tornou auto-suficiente na geração de energia elétrica, eliminando a utilização de óleo combustível na atmosfera.

Os créditos de carbono prevenientes do projeto já foram vendidos para a Shell, que os usará para atingir as metas de redução de emissões de suas fábricas localizadas em países industrializados, conforme determina o Protocolo de Kyoto.

A redução potencial da emissão é de 3.702 mil toneladas de carbono (CO2) equivalente em 21 anos. A UNFCCC (órgão ligado às nações unidas que coordena o Protocolo de Kyoto) emitiu os certificados referentes a 179.397 toneladas de carbono que deixam de ser lançados na atmosfera nos 20 meses de operação da Usina de Co-geração de energia IRANI.

O projeto de MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo) para a IRANI foi desenvolvido pela empresa Ecosecurities, líder mundial em desenvolvimento de projetos de Protocolo de Kyoto.

Solução

Com investimentos de R$22,5 milhões para implantação de uma caldeira de alta pressão a vase de biomassa de base florestal renovável, a Empresa se tornou autossuficiente na geração de energia elétrica, eliminando a utilização de óleo combustível na atmosfera.

Necessidade

A Empresa visava tornar-se autossuficiente em energia, reduzir a emissão de poluentes e ampliar a capacidade produtiva da fábrica.

Resultado

Com a Co-geração, reduzem-se as implicações ambientais, porque a geração de energia é realizada a partir da queima de biomassa que é um combustível renovável.

A partir da instalação da usina, a IRANI passou a produzir mais e com mais qualidade. Adquiriu autonomia para geração de energia elétrica, maior estabilidade para seu fornecimento e acarretou em economia, devido à redução de compra de energia de concessionária.

Em 04 de setembro, a Celulose Irani S.A se tornou a primeira Empresa brasileira do setor de papel e celulose, e a segunda do mundo, a ter créditos de carbono emitidos pelo Protocolo de Kyoto.

A Celulose Irani é a única empresa no segmento de celulose e papel a figurar entre as companhias TOP 10 da pesquisa “Rumo à Credibilidade 2010”, desenvolvida pela Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável (FBDS), em parceria com a consultoria inglesa e centro de pesquisa independente SustainAbility.

Dentre os relatórios de sustentabilidade das 137 empresas avaliadas, a IRANI alcançou a terceira posição, atrás da Natura (cosméticos) e Sabesp (saneamento), primeiro e segundo lugares, respectivamente. Além disso, a Companhia subiu cinco posições em relação ao ranking divulgado em 2008.

O Relatório de Sustentabilidade 2009 da Celulose Irani foi produzido de acordo com as diretrizes da Global Reporting Initiative – GRI, entidade com atuação e reconhecimento mundial por sua atuação junto a empresas sustentáveis. O relatório alcançou a classificação A+, a mais alta permitida pela iniciativa.

O documento foi submetido à auditoria independente, e a empresa BSD Consulting emitiu a declaração de garantia, que visa proporcionar às partes interessadas uma opinião independente sobre a qualidade do relatório, os processos de gestão de sustentabilidade, a aderência aos princípios da AA1000AS 2008 e a continuidade dos processos estabelecidos. O relatório tem como objetivo mostrar a evolução da Companhia em seu compromisso com o desenvolvimento sustentável.

A Celulose Irani continuará trabalhando para contribuir não só para a preservação do meio ambiente, mas para o bem-estar das pessoas que vivem ao entorno de suas unidades fabris. Ser reconhecida por entidades importantes como a Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável e a SustainAbility e estar entre as empresas TOP 10 de Sustentabilidade motiva e mostra que a IRANI está no caminho certo.

O projeto Rumo à Credibilidade: Uma pesquisa de relatórios de sustentabilidade no Brasil, segundo a FBDS e a SustainAbility, tem por objetivo analisar a qualidade dos relatórios publicados, encorajar as empresas brasileiras a aprimorar suas práticas de reportar resultados e expor o que empresas globais podem aprender por meio dessa prática.

Balanço geral de emissões comprova que a IRANI é Carbono Neutro por natureza.

Para avaliar o seu potencial em ser uma empresa neutra em emissões de gases causadores do efeito estufa, a Celulose Irani desenvolveu nas suas áreas de negócios, um mapeamento de todas as fontes de emissões de dióxido de carbono CO2 .

Idealizado pela IRANI com a consultoria da empresa MundusCarbo, de Belo Horizonte (MG), o inventário de carbono mostrou, por meio da auditoria realizada pela BRTÜV, que as atividades da Empresa são consideradas Carbono Neutro, por retirar mais carbono da atmosfera do que emite. 

O projeto que tornou a Celulose Irani a primeira empresa do Brasil a certificar o inventário de carbono na norma internacional ISO 14064:2006, constatou que a Empresa emitiu em 2006, 102 mil toneladas de carbono equivalente e removeu da atmosfera 638 mil toneladas de carbono. 

A análise do balanço final entre emissões e remoções da IRANI no ano de 2007, revelou que as remoções superaram as emissões em 514.767 toneladas de CO2. Neste período, foram emitidas 62.393 toneladas e removidas 577.160 toneladas de CO2 da atmosfera. 

Grande parte da redução das emissões de 2007 foi impactada principalmente pelo Mecanismo de Desenvolvimento Limpo – MDL da Estação de Tratamento de Efluentes projeto totalmente aeróbico, que evita a emissão de gás metano no tratamento de águas residuárias. Esse mecanismo é pioneiro na América Latina a ser registrado pelo órgão da ONU, o Conselho Executivo do MDL.

Elaborado com base nas metodologias de quantificação preconizadas pelo Guidelines to National Greenhouse Gas Invetories 2006 do IPCC (sigla em inglês para Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas), o inventário, além de orientar na redução de impactos ambientais, procura identificar oportunidades de novos projetos de geração de créditos de carbono. 

A remoção do carbono ocorre também em função do grande volume de florestas plantadas da Empresa e pelo uso de recursos renováveis. A IRANI tem 33 mil hectares de terras em Santa Catarina, com 17 mil hectares de florestas de pínus plantadas e 10.400 hectares de terras no Rio Grande do Sul, dos quais oito mil hectares são de plantação de pínus. 

Além da remoção feita pelas florestas, outro fator que contribui significativamente para o resultado do inventário é a geração de energia. Do total de energia consumida pelas atividades da IRANI, 81% é de geração própria, totalmente à base de recursos renováveis que provém das três hidroelétricas e duas termoelétricas à base de biomassa. Dessa forma, a Empresa não utiliza combustíveis fósseis para gerar energia.   

O projeto de ampliação da Estação de Tratamento de Efluentes iniciou em 2002 e passa periodicamente por modernizações. A iniciativa visa atingir mais eficiência na recuperação de fibras perdidas no processo de produção, e por meio da nova sistematização do tratamento secundário e reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa. 

A ação foi desenvolvida em duas etapas. A primeira consistiu na modernização do tratamento físico-químico, e a segunda, no tratamento biológico. A ampliação da primeira fase possibilitou aumentar a eficiência na recuperação de fibras perdidas no processo. Dessa forma, há mais contribuição com a conservação dos recursos naturais e redução da disposição de resíduos em aterros. 

A segunda fase consistiu na redução de Gases de Efeito Estufa (GEE), evitando a produção de metano, redução da demanda bioquímica de oxigênio (DBO), redução de sólidos suspensos e minimização de impactos ambientais.

Solução

Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos

O Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos da Celulose Irani S.A. permite um rígido controle dos resíduos gerados no processo produtivo. Procedimentos específicos orientam a coleta, armazenagem e o destino correto de todos os resíduos gerados na Empresa. O armazenamento é feito em locais adequados, conforme as características de cada resíduo, de maneira a evitar contaminações do solo, lençol freático e recursos aquáticos. 

O Programa iniciou em 2002 com o objetivo de identificar as fontes geradoras de resíduos sólidos e quantificá-las. A ação tem como finalidade promover a redução, a reutilização e a reciclagem dos resíduos gerados e reduzir a disposição final no aterro industrial. 

Por meio do Programa de Gerenciamento de Resíduos há redução de diversos impactos ambientais, minimização de resíduos enviados ao aterro industrial e mais conservação e otimização dos recursos naturais.  

Resultado

A ampliação da Estação de Tratamento de Efluentes foi reconhecida em 2007 pelo prêmio Empresa Cidadã ADBV/SC, na categoria Preservação Ambiental.  

O projeto da Estação de Tratamento de Efluentes foi realizado com o intuito de substituir a degradação anaeróbia pela degradação aeróbia da matéria orgânica, evitando assim, a emissão de metano, Gás de Efeito Estufa - GEE que provoca o aquecimento global. 

A iniciativa abrange a modernização do sistema de tratamento, envolvendo um sistema aeróbio chamado tratamento secundário por meio de lodo ativado com aeração prolongada. Esse processo evita que o lodo fique depositado no fundo das lagoas e gere o gás metano.
 

Resultado 

Com esse projeto, a IRANI tornou-se a primeira empresa da América Latina a registrar na ONU um Mecanismo de Desenvolvimento Limpo – MDL de tratamento de efluentes industriais. Aprovado pelo Conselho Executivo do MDL em janeiro de 2008, o mecanismo tornou-se também, o primeiro no mundo a ser totalmente aeróbio.

Com a modernização da Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) houve redução atestada de gases poluentes. As Reduções Certificadas de Emissões (CER), obtidas entre 2007 e 2008, totalizaram 69.807 toneladas de CO2e. 

Levando-se em conta a média obtida em 2008, a estimativa de redução de emissão de gás carbônico pela IRANI em 21 anos é de aproximadamente 821.100 toneladas de CO2e. 

O projeto de MDL da Estação de Tratamento de Efluentes está intitulado Irani Wastewater Methane Avoidance Project e pode ser visualizado no site da ONU sob o registro 1410.

A Vila Campina da Alegria foi criada ao lado da Celulose Irani para abrigar os funcionários que trabalhavam na fábrica, em Vargem Bonita, interior de Santa Catarina. Localizada a 20 km da sede do município, era inviável, em 1941 o transporte de funcionários que moravam longe. Não havia alternativa a não ser erguer as casas ali mesmo. Setenta anos depois, os trabalhadores podem optar por morar na Vila ou em cidades próximas. 

Solução  

Desde 2006, a IRANI investe em um programa de revitalização da Vila. O objetivo é estimular os próprios moradores a participar do processo de melhoria das condições de vida da comunidade.

O programa de revitalização teve a consultoria do Sesi para responsabilidade social, que identificou três áreas de atuação: iniciar a cultura de participação, a efetiva mobilização comunitária para resolver problemas e identificar os projetos estruturais necessários para o bem-estar da população. 

Resultado

Em 2010 em parceria com a Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc) a IRANI realizou uma pesquisa para fundamentar as intervenções em Campina da Alegria. A partir do diagnóstico levantado estruturou-se um novo plano de Revitalização da Vila.

O projeto tem andamento contínuo e prevê até meados de 2012, a construção de novas casas e a conclusão da reforma das já existentes, ação que iniciou após a passagem do tornado do dia 7 de setembro de 2009. Também estão previstas a pavimentação das ruas e outras obras de infraestrutura. 

No aspecto social, a IRANI intensificou com a campanha de 70 anos, as ações de apoio ao lazer, à cultura e ao esporte. 

A Vila Campina da Alegria tem um gestor capacitado para tratar especificamente das questões sociais e patrimoniais da comunidade. A comunicação entre IRANI e Campina da Alegria é realizada por meio da Associação dos Moradores (AMOCA), de reuniões e pelo Conversa Aberta, um jornal impresso de circulação mensal que traz notícias exclusivas da Empresa e dos acontecimentos da comunidade. 

Modernizações possibilitam otimizar os processos operacionais de distribuição e abastecimento dos mercados interno e externo. 

Para atender ao aumento da demanda dos seus clientes e às exigências de maior desempenho das expedições, a Celulose Irani concluiu em 2008 a modernização de suas áreas de estoque e expedição.

A construção dos armazéns que adicionou 886 metros quadrados às operações, permitiu elevar a capacidade de armazenagem total de três mil para 5.200 toneladas de papel, ampliando o prazo de estoque de oito para 15 dias.

A decisão em criar uma área de logística na Empresa surgiu depois de várias tentativas de unificar os serviços de distribuição, armazenagem e expedição. A modernização das expedições foi um passo importante nesse processo, pois a IRANI conseguiu driblar a sazonalidade do produto na armazenagem.

Com as mudanças implementadas, a IRANI também se beneficiou na logística de exportação, que tem como estratégias minimizar os problemas de infraestrutura existentes no País e encurtar distâncias, a partir do armazenamento em locais próximos aos pontos de deslocamento.

A IRANI exporta papel Kraft, breu e terebintina (matérias-primas para a fabricação de colas, tintas e adesivos).

Como os mercados têm comportamentos cíclicos, a IRANI considera períodos longos, ou seja, adota a filosofia de sempre manter-se ativa no atendimento das demandas externas e internas. 

Necessidade

Para oferecer mais oportunidades de negócio e crescimento profissional aos moradores de Campina da Alegria, a Celulose Irani criou em 2009, em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina (SEBRAE) e com a Prefeitura Municipal de Vargem Bonita, um núcleo de artesanato.

Solução

Intitulado Broto do Galho, o projeto capacitou os artesãos envolvidos em noções básicas de gestão, desenvolvimento e confecção de produtos artesanais com resíduos industriais das unidades fabris Papel e Embalagem SC, possibilitando a geração de ocupações produtivas e a agregação de renda aos participantes do projeto.

Desenvolvimento dos produtos

Para o desenvolvimento dos produtos são utilizadas duas técnicas: a do papel machê e a de tubos de papelão ondulado.

A primeira utiliza como matéria-prima, resíduos de efluentes. Esses resíduos provêm do processo de tratamento de efluentes da Unidade Fabril Papel e é constituído de uma mistura de fibras que são recuperadas na Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) e lodo biológico gerado a partir do tratamento secundário (biológico). As fibras recuperadas são perdas de processo de produção de celulose e papel.

Esses resíduos passam por um processo de limpeza e preparo do material para que depois sejam confeccionadas as peças. Após a secagem, as peças passam por um processo de acabamento e controle de qualidade. Os produtos confeccionados com esse resíduo integram a coleção Paixões do Viveiro e contemplam peças decorativas que compõem espaços rústicos e sofisticados.

A segunda técnica utilizada pelo Broto do Galho tem como matéria-prima tubos de papelão ondulado usados na Unidade Fabril Embalagem SC. Esses tubos servem para armazenar a cola utilizada no processo produtivo. As peças produzidas a partir desse resíduo integram a coleção Broto em Papelão, composta por porta-retratos, luminárias, porta-caneta, entre outros.

Ambas as técnicas não utilizam qualquer produto tóxico.

Para o desenvolvimento das coleções, o grupo teve o apoio de especialistas em artesanato e design, além das capacitações para a gestão de negócios. 

Resultado

Em 2011 o projeto Broto do Galho ficou entre os finalistas do Prêmio Planeta Casa, da Editora Abril com a peça Ave de Papel, da coleção Paixões do Viveiro, foi destaque também na editoria Eco, da Revista Bons Fluidos da Editora Abril.

Site Broto do Galho: http://www.brotodogalho.com.br/

Necessidade

Desenvolver solução em embalagem reciclável, biodegradável, retornável, para ser facilmente estocada e utilizada tanto pelas redes de supermercados quanto pelos consumidores.

Solução

A área de Pesquisa & Desenvolvimento da IRANI desenvolveu uma embalagem inovadora capaz de ser uma solução sustentável para a substituição de sacolas plásticas.

A embalagem é feita de papelão ondulado e tem capacidade de armazenar um volume equivalente ao de cinco sacolas tradicionais. O produto não utiliza cola, grampos ou fita adesiva para seu fechamento, é facilmente montado e desmontado e pode ser reutilizado inúmeras vezes, reduzindo o impacto ambiental.

O material traduz para o consumidor final a filosofia da IRANI em prol da sustentabilidade, pois, além de ser produzido com matéria-prima renovável (provenientes de florestas plantadas) é reciclável.

Resultado

O projeto foi lançado em parceria com o Colmeia Center Supermercado de Joaçaba (SC) e conquistou em 2011, o Troféu Roberto Hiraishi na 20ª edição do Prêmio Brasileiro de Embalagens Embanews, na categoria Sustentabilidade e sub-categoria Design e Produção de Embalagem Ecológica.

O prêmio Brasileiro de Embalagem Embanews - Troféu Hiraishi reconhece os diferenciais da indústria brasileira de embalagens. É uma das principais premiações nacionais do setor embalagens e fortalece as empresas perante seus clientes e mercados  por meio da busca de soluções inovadoras.

A contemplação do prêmio possibilita às embalagens vencedoras concorrerem ao prêmio internacional World Packaging Organization. Este prêmio une as embalagens mais inovadoras do mundo selecionadas por meio de reconhecimentos nacionais em cada país.

A IRANI se coloca à disposição de seus clientes para desenvolver novas soluções sustentáveis. Para entrar em contato com nossos profissionais utilize o Fale Conosco.

Necessidade
Contribuir para o seu próprio crescimento, o de seus parceiros e das comunidades onde está inserida.

Solução

A Celulose Irani S.A. dedica atenção especial às pessoas que fazem parte da sua rede de relacionamento. São acionistas, clientes, colaboradores, comunidades ao entorno, fornecedores, governo e sociedade que participam do dia a dia e do crescimento da Empresa.

Com esse público a IRANI tem o compromisso de firmar, conservar e valorizar as relações pautadas no respeito, na transparência e na ética.

Resultado

A Celulose Irani foi reconhecida como case no primeiro estudo específico sobre como as empresas definem e incorporam os temas relevantes para a sustentabilidade em suas atividades.

O destaque ficou com a IRANI por apresentar um dos melhores processos de materialidade, envolvendo os stakeholders, priorizando temas e compromissos de sustentabilidade e orientando seu planejamento estratégico de acordo com essas informações. O estudo foi apresentado pela Report Sustentabilidade no dia 6 de novembro de 2012 na sede da Aberje, em São Paulo.

“Norteamos nosso planejamento, atuação e alinhamento das nossas metas de acordo com o que é estratégico para a Companhia e com as sugestões dos stakeholders e assim geramos valor compartilhado”, comenta Pericles Pereira Druck, diretor presidente da Celulose Irani.

O estudo Materialidade no Brasil

Como as empresas identificam os temas relevantes, objetiva ampliar o entendimento geral sobre os assuntos críticos de sustentabilidade no Brasil e inspirar as empresas a investirem no aprimoramento de sua gestão voltada ao tema. O trabalho analisou 195 empresas, de 25 diferentes setores e com operações no Brasil, listadas a partir do banco de dados da GRI (Global Reporting Initiative) e do banco de clientes da Report Sustentabilidade. Após identificar as melhores práticas, num total de 17 empresas, foram elaborados casos de cinco empresas de referência, dentre elas a Celulose Irani.

Clique aqui para acessar o Relatório da pesquisa. 

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